Securitário SP

UGT denuncia o presidente Jair Bolsonaro por genocídio e crimes contra a humanidade

A União Geral dos Trabalhadores (UGT), da qual o Sindicato dos Securitários de São Paulo é filiado, denunciou, o presidente Jair Bolsonaro por crimes contra a humanidade e genocídio, no Tribunal Penal Internacional, com sede em Haia. Junto com a UGT assinaram a denúncia mais de 50 entidades internacionais e demais centrais sindicais, além de uma coalizão de sindicatos que representa mais de um milhão de trabalhadores do setor da saúde no Brasil. A denúncia foi apresentada na noite desse domingo (26)

 

A Rede Sindical Brasileira UNISaúde acusa o presidente de "falhas graves e mortais" na condução da resposta à pandemia de covid-19. "No entendimento da coalizão, há indícios de que Bolsonaro tenha cometido crime contra a humanidade durante sua gestão frente à pandemia, ao adotar ações negligentes e irresponsáveis, que contribuíram para as mais de 87 mil pessoas”, diz a denúncia.

 

Edison Laércio de Oliveira, presidente da Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo, entidade que representa mais de 700 mil trabalhadores no setor de saúde em São Paulo é um dos principais signatários da denúncia. Ele lamenta profundamente a situação que os profissionais da saúde estão atravessando e diz que os representantes dos trabalhadores fizeram de tudo para evitar levar a denúncia ao Tribunal Penal Internacional, mas faltou dialogo tanto com o Governo como o setor particular. “Isso acabou levando a morte dezenas de profissionais do setor, por falta de equipamento de EPI (Equipamentos de Proteção Individual) e testagem”, assegura.

 

O presidente da Federação dos Trabalhadores da Saúde, é também vice-presidente da Uni Américas afiliada da Uni Global Union e diretor nacional da Saúde da União Geral dos Trabalhadores (UGT). Ele diz que, diante da situação que os profissionais da saúde estão vivendo, o Governo do Presidente Jair Bolsonaro deveria ser considerado culpado, pois sua atuação na proteção dos brasileiros e dos trabalhadores deixou muito a desejar. Segundo dados da Federação, só no setor de enfermagem até a semana passada foram registrados 306 óbitos e 29.364 pessoas contaminadas. “A letalidade é de 2,04%, muito alta. Isso prova o descaso em relação aos profissionais da saúde”, afirma Edison

Fonte: UGT


Fonte: www.ugt.org.br

terça-feira, 28 de julho de 2020


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